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quinta-feira, 22 de junho de 2017

RADIÔNICA UMA CIENCIA DO FUTURO

Venho aqui apresentar a Radiônica uma ciência do futuro de hoje que foi criada no Passado que nos leva a Uma Nova Visão!



História da radiônica
O nosso propósito aqui não é traçar toda a história desta arte mas sim dar aos leitores uma visão geral do nascimento e dos desdobramentos da Radiônica, pois como afirmei anteriormente nosso foco é a prática da arte.
Embora possamos encontrar em muitos autores antigos alguns dos postulados da moderna Radiônica, ela, tal como a conhecemos hoje, começa no início do século passado, e se baseia nos conceitos do Dr. Albert Abrams, médico americano que possuía profundo conhecimento da medicina e da saúde humana.
Albert Abrams (1863–1924)

 

É impossível traçar a historia da Radiônica sem contarmos a vida e o trabalho do Dr. Abrams.
O Dr. Abrams nasceu em São Francisco, no dia 5 de Dezembro de 1863, nasce ele no seio de uma família de posses, praticamente nada se sabe dele antes do inicio de sua vida acadêmica, o Dr. Abrams estudou em algumas das melhores universidades do mundo e em 1882 era Doutor em medicina, sua carreira como médico foi vitoriosa em todos os sentidos, tendo ele chegado a diretor e professor de Patologia clínica da Universidade de Stanford e Presidente da Sociedade médica de São Francisco, além de outros títulos.
No entanto, sua grande contribuição à saúde humana ainda estava por surgir, em uma aula, enquanto ensinava aos seus alunos, existem diferentes versões com pequenas (ou grandes) variantes sobre como ele descobriu a Radiônica, no geral dizem que durante seu trabalho, ao percutir o abdômen de um paciente ele percebeu um som abafado em uma dada região, dada a sua experiência, ele percebeu que tal se dava porque havia um problema de saúde, mas para sua grande surpresa, ao percutir novamente no mesmo o som havia mudado!
Inconformado com o ocorrido ele fez com que a pessoa voltasse na mesma posição em que se encontrava no momento da primeira percussão e voltou a encontrar o som, ao mudar de posição o som sumiu novamente, em pouco tempo ele chegou a conclusão de que o posicionamento cardeal estava de alguma forma influenciando o seu diagnostico.
Aprofundando um pouco mais seus estudos ele chegou a mapear todo o abdômen, e percebeu que os problemas de saúde se refletiam em determinadas partes abdominais, algo parecido com o conceito da Reflexologia oriental, começou a ensinar esta técnica a seus alunos.
A próxima descoberta que o intrigou se deu quando ele resolveu ligar uma pessoa saudável a uma pessoa doente através de um fio de cobre, ele consegue, percutindo o abdômen da pessoa saudável encontrar aquele som característico do abdômen da pessoa doente, ele concluiu com isto que a doença tinha um fundo energético, e este era passível de ser transmitido para outras pessoas.
Enquanto Abrams fazia suas experiências a eletrônica começava a desenvolver-se, o homem começava a dar seus primeiros passos rumo ao domínio desta ciência, Abrams, que era um entusiasta do tema, intui que a eletricidade deveria de alguma forma estar relacionada com tudo que ele estava descobrindo, então ele pegou e ligou novamente duas pessoas, uma sã e outra doente por um fio, mas desta vez o fio passaria por diais e resistências, isto causou uma interrupção e ele não mais encontrava o som oco no homem são, ao começar a regular os diais ele foi descobrindo que havia uma determinada posição dos diais onde ele podia captar novamente o problema, neste momento, precisamente, surgiu a Radiônica.
Sua conclusão primeira sobre esta descoberta:
Uma doença é um desequilíbrio energético, sendo este desequilíbrio passível de ser detectado, isto ocorre por um fenômeno de ressonância.
O próximo passo, que era certamente o desenrolar lógico de tudo o que até então ocorrera foi a pesquisa de frequências que pudessem reverter o quadro patológico de seus pacientes, e para isto foram desenvolvidos diversos equipamentos, alguns para fins específicos enquanto que outros eram de uso mais geral.

Abrams publica “Spondylotherapy” em 1910 e “Novos Conceitos no Diagnóstico e Tratamento” em 1916 , livros onde ele delineia suas experiências e conclusões, deste ponto em diante ele começou a incomodar muitas pessoas do meio cientifico, criando-se uma situação delicada, de um lado haviam médicos que acreditavam e difundiam suas idéias, muitos vinham da Europa para aprender sua técnica, de outro lado surgiam seus opositores, mais numerosos a cada dia que passava, ele foi acusado de charlatanismo e bastante perseguido. Para se ter uma idéia do tamanho da polêmica, a revista “Scientific American” o denegriu em 18 edições consecutivas a despeito de seus defensores estarem tendo resultados, uma das acusações mais freqüentes era de que ele se enriquecia às custas da Radiônica, uma mentira completamente ifundada já que Abrams já nascera muito rico, a realidade é que ele deixou o conforto que o exercício comum de sua profissão poderia lhe proporcionar em nome de um sonho.
Sir James Barr, ex-presidente da associação médica britânica, foi seu grande defensor após utilizar com sucesso seu método, sobre a perseguição movida contra o médico ele declarou:
É raro vê-los extrair matérias do Journal of the American Medical Association (um dos detratores) e seria de esperar que o British Medical Journalescolhesse um assunto mais sério que essa tirada ignorante contra um eminente homem que, a meu ver, é o maior gênio da nossa profissão.
Como bem observaram alguns autores o Dr. Abrams era pródigo em criar desafetos, e sua tendência a dar nomes estranhos aos aparelhos, a negativa em fornecer informações sobre a construção dos mesmos e seu mal desempenho em alguns momentos cruciais foram determinantes para angariar mais opositores.
Porém, fato interessante, seus sucessos nunca eram mencionados, e os havia aos montes junto com alguns insucessos.
Sobre este último ponto existe um episódio muito interessante, alguns médicos mandaram para ele um frasco de sangue para análise, esta foi feita e ele repassou os resultados, diagnosticando, depois os mesmos médicos apareceram a público dizendo que o sangue enviado não era humano e sim de um porco (ou coelho segundo alguns), e que o Dr. Abrams não havia conseguido detectar este fato,  segundo outras fontes quem analisou esta amostra não foi Abrams mas sim um aluno,  enfim, o fato foi amplamente alardeado, já sua apresentação bem sucedida diante de 40 médicos onde ele demonstrou como determinadas substâncias alteravam o padrão do aparelho de acordo com regulagens precisas jamais foi mencionada, bem como seus diagnósticos acertados diante de médicos em outras ocasiões.
Se falava da “enorme fortuna” que o já milionário Abrams estava acumulando, mas não se falava do hospital que ele estava construindo com seus recursos onde seriam ministrados tratamentos gratuitos para a população em larga escala na esperança de que os resultados massivos pudessem convencer a comunidade científica.
De fato Abrams tinha pisado em uma ferida do sistema e nem sua morte foi suficiente para aplacar seus perseguidores, sua memória continuou sendo caluniada.
Obviamente Abrams errou em algumas conclusões, a começar pela sua interpretação de que os elétrons eram os responsáveis pelo processo radiônico, algo natural no ser humano e no início das descobertas, devemos entender que uma disciplina jamais nasce perfeita, cabendo às gerações posteriores aperfeiçoarem o método que naquele momento distava muito da perfeição.

Fonte: http://www.radiestesia.net/radionica/radionica-historia/ 

Instrumento Radiônico:


A máquina radiônica Órion II traz alterações importantes e um conceito revolucionário para a Radiônica brasileira.
A maior mudança em relação o modelo anterior é a possibilidade de salvar dados de tratamentos para uso posterior, tornando desnecessário reconfigurar o instrumento a cada nova sessão e aumentando consideravelmente o número de atendimentos diários.
Veja o vídeo demonstrativo sobre o uso do aparelho abaixo:
Máquina radiônica ÓrionII from Radiestesia.net on Vimeo.
Para a programação dos tratamentos, o aparelho conta com uma exclusiva entrada para cartões radiônicos onde os diversos ajustes de cada tratamento ficam armazenados, basta inserir o cartão e ligar a emissão para que o processo se inicie sem a necessidade qualquer regulagem adicional.
Cada ajuste pode ser gravado em até 5 minutos, podendo ser adicionados até nove dados em cada cartão, tornando o processo radiônico mais prático e rápido. O que demoraria no mínimo 4 horas para ser realizado em um aparelho convencional (envio de 9 dados) pode ser realizado na Órion II em até 30 minutos!
Tal inovação representa uma importante economia para o operador, diminuindo a necessidade de adquirir várias unidades para o uso diário.
Atenção:
Apenas os aparelhos produzidos por nós permitem tal comodidade no Brasil.
Características da máquina radiônica Órion II:
  • 12 Diais de sintonização para emissão de índices radiônicos.
  • Totalmente compatível com os índices De La War
  • Gerador de Orgônio interno
  • Possibilita avaliações de Radiônica de alta precisão
  • Pode ser conectada a computadores
A Órion II possui cadernos de índices com milhares de programações pré estabelecidas que podem ser utilizadas em diversas formas de diagnósticos vibracionais e tratamentos. Sendo divididos em:
  • Pesquisas emocionais
  • Desequilíbrios fisíco/energéticos
  • Anatomia (dois cadernos)
  • Testes químicos (alergias, minerais, vitaminas, elementos, secreções, hormônios)
  • Geobiologia
  • Anatomia Sutil (corpos, chacras, miasmas)
  • Esotéricos
Veja algumas possibilidades de trabalho com a máquina radiônica Órion II:
  • Faz avaliações e tratamentos de fatores energéticos sutis com grande eficiência.
  • Permite a emissão de freqüências energéticas e também de corretores (Florais, cristais, cores etc..), bem como sua reprodução.
  • Torna a duplicação de diversos corretores e remédios homeopáticos uma prática simples.
  • Possui entrada para computador, para a emissão de Frequências específicas, tais como ruído branco, ressonância Schumann e outras para o testemunho.
  • Possibilita a emissão de cores para o testemunho (cromoterapia pulsada)
  • Pode ser ligada diretamente a pessoas, alimentos ou plantas para tratamento.
  • São apenas algumas das possibilidades associadas a Órion II, existem muitas outras.
Junto com ela você recebe:
  • Manual de utilização da máquina radiônica Órion II (por e-mail) ;
  • Um cartão radiônico para uso, podendo o usuário adquirir outros facilmente a preços acessíveis e de forma rápida;
  • Caderno especial com milhares de índices prontos para o uso, índices de avaliação; (por e-mail)
  • Programas específicos para serem utilizados em conjunto com o equipamento com milhares de frequências; (por e-mail)
  • Cabo de conexão com computadores.
Você tem duas opções de aquisição, a Órion II Básica ou a Órion Plus.

Mas o que é a máquina radiônica Órion Plus?

orion-plus-b-p
É uma Órion II que possui os seguintes complementos:
  • Ponteira de prospecção;
  • Placa prospectora externa para uso de gráficos de medição;
  • Box externo para uso com gráficos e símbolos.
Que facilitam as pesquisas e trabalhos de emissão e unificam de forma definitiva a Radiestesia com a Radiônica.


Fonte: http://radiestesia.net/loja/produtos/radionica/aparelhos-radionicos/aparelho-radionico-orion-ii/


História da radiônica

O nosso propósito aqui não é traçar toda a história desta arte mas sim dar aos leitores uma visão geral do nascimento e dos desdobramentos da Radiônica, pois como afirmei anteriormente nosso foco é a prática da arte.
Embora possamos encontrar em muitos autores antigos alguns dos postulados da moderna Radiônica, ela, tal como a conhecemos hoje, começa no início do século passado, e se baseia nos conceitos do Dr. Albert Abrams, médico americano que possuía profundo conhecimento da medicina e da saúde humana.

Albert Abrams (1863–1924)

Albert Abrams Radiônica modernaÉ impossível traçar a historia da Radiônica sem contarmos a vida e o trabalho do Dr. Abrams.
O Dr. Abrams nasceu em São Francisco, no dia 5 de Dezembro de 1863, nasce ele no seio de uma família de posses, praticamente nada se sabe dele antes do inicio de sua vida acadêmica, o Dr. Abrams estudou em algumas das melhores universidades do mundo e em 1882 era Doutor em medicina, sua carreira como médico foi vitoriosa em todos os sentidos, tendo ele chegado a diretor e professor de Patologia clínica da Universidade de Stanford e Presidente da Sociedade médica de São Francisco, além de outros títulos.
No entanto, sua grande contribuição à saúde humana ainda estava por surgir, em uma aula, enquanto ensinava aos seus alunos, existem diferentes versões com pequenas (ou grandes) variantes sobre como ele descobriu a Radiônica, no geral dizem que durante seu trabalho, ao percutir o abdômen de um paciente ele percebeu um som abafado em uma dada região, dada a sua experiência, ele percebeu que tal se dava porque havia um problema de saúde, mas para sua grande surpresa, ao percutir novamente no mesmo o som havia mudado!
Inconformado com o ocorrido ele fez com que a pessoa voltasse na mesma posição em que se encontrava no momento da primeira percussão e voltou a encontrar o som, ao mudar de posição o som sumiu novamente, em pouco tempo ele chegou a conclusão de que o posicionamento cardeal estava de alguma forma influenciando o seu diagnostico.
Aprofundando um pouco mais seus estudos ele chegou a mapear todo o abdômen, e percebeu que os problemas de saúde se refletiam em determinadas partes abdominais, algo parecido com o conceito da Reflexologia oriental, começou a ensinar esta técnica a seus alunos.
A próxima descoberta que o intrigou se deu quando ele resolveu ligar uma pessoa saudável a uma pessoa doente através de um fio de cobre, ele consegue, percutindo o abdômen da pessoa saudável encontrar aquele som característico do abdômen da pessoa doente, ele concluiu com isto que a doença tinha um fundo energético, e este era passível de ser transmitido para outras pessoas.
Enquanto Abrams fazia suas experiências a eletrônica começava a desenvolver-se, o homem começava a dar seus primeiros passos rumo ao domínio desta ciência, Abrams, que era um entusiasta do tema, intui que a eletricidade deveria de alguma forma estar relacionada com tudo que ele estava descobrindo, então ele pegou e ligou novamente duas pessoas, uma sã e outra doente por um fio, mas desta vez o fio passaria por diais e resistências, isto causou uma interrupção e ele não mais encontrava o som oco no homem são, ao começar a regular os diais ele foi descobrindo que havia uma determinada posição dos diais onde ele podia captar novamente o problema, neste momento, precisamente, surgiu a Radiônica.
Sua conclusão primeira sobre esta descoberta:
Uma doença é um desequilíbrio energético, sendo este desequilíbrio passível de ser detectado, isto ocorre por um fenômeno de ressonância.
O próximo passo, que era certamente o desenrolar lógico de tudo o que até então ocorrera foi a pesquisa de frequências que pudessem reverter o quadro patológico de seus pacientes, e para isto foram desenvolvidos diversos equipamentos, alguns para fins específicos enquanto que outros eram de uso mais geral.
pesquisa radiônica abrams
Abrams publica “Spondylotherapy” em 1910 e “Novos Conceitos no Diagnóstico e Tratamento” em 1916 , livros onde ele delineia suas experiências e conclusões, deste ponto em diante ele começou a incomodar muitas pessoas do meio cientifico, criando-se uma situação delicada, de um lado haviam médicos que acreditavam e difundiam suas idéias, muitos vinham da Europa para aprender sua técnica, de outro lado surgiam seus opositores, mais numerosos a cada dia que passava, ele foi acusado de charlatanismo e bastante perseguido. Para se ter uma idéia do tamanho da polêmica, a revista “Scientific American” o denegriu em 18 edições consecutivas a despeito de seus defensores estarem tendo resultados, uma das acusações mais freqüentes era de que ele se enriquecia às custas da Radiônica, uma mentira completamente ifundada já que Abrams já nascera muito rico, a realidade é que ele deixou o conforto que o exercício comum de sua profissão poderia lhe proporcionar em nome de um sonho.
Sir James Barr, ex-presidente da associação médica britânica, foi seu grande defensor após utilizar com sucesso seu método, sobre a perseguição movida contra o médico ele declarou:
É raro vê-los extrair matérias do Journal of the American Medical Association (um dos detratores) e seria de esperar que o British Medical Journalescolhesse um assunto mais sério que essa tirada ignorante contra um eminente homem que, a meu ver, é o maior gênio da nossa profissão.
Como bem observaram alguns autores o Dr. Abrams era pródigo em criar desafetos, e sua tendência a dar nomes estranhos aos aparelhos, a negativa em fornecer informações sobre a construção dos mesmos e seu mal desempenho em alguns momentos cruciais foram determinantes para angariar mais opositores.
Porém, fato interessante, seus sucessos nunca eram mencionados, e os havia aos montes junto com alguns insucessos.
Sobre este último ponto existe um episódio muito interessante, alguns médicos mandaram para ele um frasco de sangue para análise, esta foi feita e ele repassou os resultados, diagnosticando, depois os mesmos médicos apareceram a público dizendo que o sangue enviado não era humano e sim de um porco (ou coelho segundo alguns), e que o Dr. Abrams não havia conseguido detectar este fato,  segundo outras fontes quem analisou esta amostra não foi Abrams mas sim um aluno,  enfim, o fato foi amplamente alardeado, já sua apresentação bem sucedida diante de 40 médicos onde ele demonstrou como determinadas substâncias alteravam o padrão do aparelho de acordo com regulagens precisas jamais foi mencionada, bem como seus diagnósticos acertados diante de médicos em outras ocasiões.
Se falava da “enorme fortuna” que o já milionário Abrams estava acumulando, mas não se falava do hospital que ele estava construindo com seus recursos onde seriam ministrados tratamentos gratuitos para a população em larga escala na esperança de que os resultados massivos pudessem convencer a comunidade científica.
De fato Abrams tinha pisado em uma ferida do sistema e nem sua morte foi suficiente para aplacar seus perseguidores, sua memória continuou sendo caluniada.
Obviamente Abrams errou em algumas conclusões, a começar pela sua interpretação de que os elétrons eram os responsáveis pelo processo radiônico, algo natural no ser humano e no início das descobertas, devemos entender que uma disciplina jamais nasce perfeita, cabendo às gerações posteriores aperfeiçoarem o método que naquele momento distava muito da perfeição.

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